quinta-feira, 1 de agosto de 2013
quinta-feira, 25 de julho de 2013
A ideia de copyleft
A criação
O termo “copyleft” é formado pelas palavras inglesas “copy”, que significa “cópia” e “left”, que significa “esquerdo”. Literalmente, seria "esquerdo de cópia", mas geralmente o termo é traduzido por “permitida a cópia”.
A criação do termo copyleft é algo bastante interessante, pois surge em oposição ao termo copyright. Mas o trocadilho não é gratuito, por trás dessa provocação, há uma questão que traz à tona um direito que o usuários têm: o de usar computadores com LIBERDADE.
E veicular essa liberdade é algo desafiador, afinal, falar de liberdade é diferente de vivê-la, pois é difícil ser livre quando se é comprado e vendido no mercado.
Para esclarecer algumas dúvidas sobre software livre
Há quem associe diretamente a software livre à gratuidade, mas essa relação não é absolutamente verdadeira... Vejamos:
"Software Livre" Não significa "não-comercial". Um programa livre deve estar disponível para uso comercial, desenvolvimento comercial, e distribuição comercial. O desenvolvimento comercial de software livre não é incomum; tais softwares livres comerciais são muito importantes.
Regras sobre como empacotar uma versão modificada são aceitáveis, se elas não acabam bloqueando a sua liberdade de liberar versões modificadas. Regras como "se você tornou o programa disponível deste modo, você também tem que torná-lo disponível deste outro modo" também podem ser aceitas, da mesma forma. (Note que tal regra ainda deixa para você a escolha de tornar o programa disponível ou não.) Também é aceitável uma licença que exija que, caso você tenha distribuído uma versão modificada e um desenvolvedor anterior peça por uma cópia dele, você deva enviar uma.
No projeto GNU, nós usamos "copyleft" para proteger estas liberdades legalmente para todos. Mas também existe software livre que não é copyleft. Nós acreditamos que hajam razões importantes pelas quais é melhor usar o copyleft, mas se o seu programa é free-software mas não é copyleft, nós ainda podemos utilizá-lo.
Às vezes regras de controle de exportação e sansões de comércio podem limitar a sua liberdade de distribuir cópias de programas internacionalmente. Desenvolvedores de software não tem o poder para eliminar ou sobrepor estas restrições, mas o que eles podem e devem fazer é se recusar a impô-las como condições para o uso dos seus programas. Deste modo, as restrições não afetam as atividades e as pessoas fora da jurisdição destes governos.
Quando falando sobre o software livre, é melhor evitar o uso de termos como "dado" ou "de graça", porque estes termos implicam que a questão é de preço, não de liberdade.
Finalmente, note que critérios como os estabelecidos nesta definição do software livre requerem cuidadosa deliberação quanto à sua interpretação. Para decidir se uma licença se qualifica como de software livre, nós a julgamos baseados nestes critérios para determinar se ela se segue o nosso espírito assim como as palavras exatas. Se uma licença inclui restrições impensadas, nós a rejeitamos, mesmo que nós não tenhamos antecipado a questão nestes critérios. Às vezes um requerimento de alguma licença levanta uma questão que requer excessiva deliberação, incluindo discussões com advogados, antes que nós possamos decidir se o requerimento é aceitável. Quando nós chegamos a uma conclusão sobre uma nova questão, nós frequentemente atualizamos estes critérios para tornar mais fácil determinar porque certas licenças se qualificam ou não.
"Software Livre" Não significa "não-comercial". Um programa livre deve estar disponível para uso comercial, desenvolvimento comercial, e distribuição comercial. O desenvolvimento comercial de software livre não é incomum; tais softwares livres comerciais são muito importantes.
Regras sobre como empacotar uma versão modificada são aceitáveis, se elas não acabam bloqueando a sua liberdade de liberar versões modificadas. Regras como "se você tornou o programa disponível deste modo, você também tem que torná-lo disponível deste outro modo" também podem ser aceitas, da mesma forma. (Note que tal regra ainda deixa para você a escolha de tornar o programa disponível ou não.) Também é aceitável uma licença que exija que, caso você tenha distribuído uma versão modificada e um desenvolvedor anterior peça por uma cópia dele, você deva enviar uma.
No projeto GNU, nós usamos "copyleft" para proteger estas liberdades legalmente para todos. Mas também existe software livre que não é copyleft. Nós acreditamos que hajam razões importantes pelas quais é melhor usar o copyleft, mas se o seu programa é free-software mas não é copyleft, nós ainda podemos utilizá-lo.
Às vezes regras de controle de exportação e sansões de comércio podem limitar a sua liberdade de distribuir cópias de programas internacionalmente. Desenvolvedores de software não tem o poder para eliminar ou sobrepor estas restrições, mas o que eles podem e devem fazer é se recusar a impô-las como condições para o uso dos seus programas. Deste modo, as restrições não afetam as atividades e as pessoas fora da jurisdição destes governos.
Quando falando sobre o software livre, é melhor evitar o uso de termos como "dado" ou "de graça", porque estes termos implicam que a questão é de preço, não de liberdade.
Finalmente, note que critérios como os estabelecidos nesta definição do software livre requerem cuidadosa deliberação quanto à sua interpretação. Para decidir se uma licença se qualifica como de software livre, nós a julgamos baseados nestes critérios para determinar se ela se segue o nosso espírito assim como as palavras exatas. Se uma licença inclui restrições impensadas, nós a rejeitamos, mesmo que nós não tenhamos antecipado a questão nestes critérios. Às vezes um requerimento de alguma licença levanta uma questão que requer excessiva deliberação, incluindo discussões com advogados, antes que nós possamos decidir se o requerimento é aceitável. Quando nós chegamos a uma conclusão sobre uma nova questão, nós frequentemente atualizamos estes critérios para tornar mais fácil determinar porque certas licenças se qualificam ou não.
quarta-feira, 24 de julho de 2013
Relembrando um pouco sobre cibercultura...
O que é?
"Novo ambiente de comunicação que surge com a interconexão mundial de computadores, é o principal canal de comunicação e suporte de memória da humanidade a partir do início do século XXI. Novo espaço de comunicação, de sociabilidade, de organização e de transação, mas também o novo mercado da informação e do conhecimento que tende a tornar-se a principal infra- estrutura de produção, transação e gerenciamento econômicos" ( LÉVY, 1999)
A interatividade
Certamente, ao tratar de cibercultura há um universo de termos que vêm à tona, mas gostaria de chamar atenção, de modo especial para o termo interatividade. Muito se fala a respeito de interatividade e é, justamente, por conta disso que faz-se necessário uma reflexão maior sobre o conceito evitando que se caia na cilada de pensar a interatividade como uma mera ideologia publicitária.
A interatividade é a modalidade comunicacional que caracteriza a cibercultura. Esse modo de comunicação ameaça a lógica unívoca da mídia de massa, que prevaleceu até o final do século XX, oxalá como superação do constrangimento de recepção passiva.
Interatividade não é um modismo, o termo significa a comunicação que se faz entre emissão e recepção entendida como co- criação de uma mensagem.
quinta-feira, 18 de julho de 2013
Software livre X Software proprietário
Software é basicamente um conjunto de instruções em forma de código que são executados por um dispositivo computacional que têm uma funcionalidade específica. Geralmente os usuários dos softwares só têm acesso às funcionalidades do mesmo, e não têm acesso aos códigos fontes.
Software livre é quando o programador ( profissional que desenvolve o software) disponibiliza o código fonte do seu software não cobrando pelo uso do programa nem por licença.
quinta-feira, 4 de julho de 2013
Assinar:
Postagens (Atom)




